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Sofia Cordeiro dá detalhes de sua vilã em Chama a Bebel

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Aos 16 anos, a cantora, atriz e modelo Sofia Cordeiro assume o desafiador papel de Rox, a maldosa antagonista no aguardado longa-metragem Chama a Bebel, dirigido pelo renomado cineasta Paulo Nascimento e com estreia para o próximo dia 11 de janeiro.

O filme se destaca por apresentar uma notável seleção de jovens talentos, liderada pela talentosa Giulia Benite. Ao compartilhar as telas com Giulia, Sofia mergulha na complexidade de sua personagem, emergindo como a Malvada Favorita que ficará gravada na memória do público no fim da obra.

Em uma entrevista exclusiva ao Entretetizei, Sofia revela não apenas insights sobre seu papel em Chama a Bebel, mas também traça um panorama fascinante de sua carreira, que inclui uma marcante participação no The Voice Kids 2018. Essas revelações proporcionam uma visão mais profunda não apenas do filme, mas também da evolução artística de Sofia Cordeiro ao longo de sua notável trajetória.

Leia nosso bate-papo a seguir:

Entretetizei: Sofia, parabéns por estrelar como Rox em Chama a Bebel. Como você se sente em interpretar sua primeira vilã no cinema?

Sofia Cordeiro: Foi incrível quando o diretor Paulo Nascimento me convidou para participar de Chama a Bebel. Eu me sinto extremamente grata por terem confiado em mim para fazer uma vilã como a Rox. Ela fala e faz coisas que a Sofia jamais faria. Então é uma criação total, eu precisei deixar de lado a crítica, não podia pensar: “Nossa, mas isso que a Rox está fazendo está muito errado!“, tive que defender o personagem.

E: Rox é um papel desafiador. Como você se preparou para entrar na mente e nas motivações desse personagem?

SC: As primeiras vezes que eu li o roteiro e imaginei a Rox, pensei que seria muito legal se ela falasse todas as coisas absurdas que fala com um sorriso. É uma coisa sutil, mas onde a gente percebe como a personagem é má, pois ela não vê problema no que fala, pelo contrário, acha engraçado e fica feliz em atacar e prejudicar a Bebel.

Foto: reprodução/Instagram @edsonfilho202
E: Qual foi a parte mais emocionante ou gratificante de interpretar Rox? E a parte mais desafiadora?

SC: Eu tive que sair da minha zona de conforto para interpretar a Rox, porque, como eu disse, ela tem atitudes e falas que são muito diferentes de mim. Mas, ao mesmo tempo, como atriz, é muito gratificante ter esse desafio.

E: Conte um pouco sobre a dinâmica de trabalho com o elenco, especialmente com Giulia Benites e Pedro Motta. Como foi colaborar com eles?

SC: Todos no elenco se deram muito bem. Foi um set maravilhoso. Depois que terminávamos as gravações, íamos para o hotel, onde os atores que eram de fora da cidade estavam hospedados. Era o nosso momento adolescente, quando deixávamos os personagens de lado. Muitas resenhas saíam nesses momentos, que vou recordar com carinho.

E: Chama a Bebel é dirigido por Paulo Nascimento. Como foi trabalhar sob a direção dele? Há algum conselho ou orientação que ele deu que se destacou?

SC: Chama a Bebel já é o quarto projeto que eu gravo com direção do Paulo e é maravilhoso trabalhar com ele. De todos os projetos, eu sempre saio com mais aprendizados. O Paulo é incrível, ele sempre deixa o ator confortável para fazer o seu trabalho, dando dicas importantes sobre os personagens. Mas não posso falar tudo agora, para vocês terem mais curiosidade em conhecer a Rox.

Sofia Cordeiro e Pedro Motta em Chama a Bebel
Foto: reprodução/Instagram @edsonfilho202
E: Como foi a transição do The Voice Kids, em 2018, para estrelar um longa-metragem? Quais foram as principais diferenças e desafios?

SC: Depois do The Voice Kids, eu fiz outros quatro projetos atuando, antes de Chama a Bebel. Eu aprendi muito gravando todos eles. O The Voice Kids é um reality, tudo é gravado de forma real, com reações reais. No cinema, tudo é atuação e damos vida a uma nova realidade. O público não vê o ator, ele vê um personagem.

E: Além do seu trabalho como atriz, você também é cantora. Você acha que sua experiência como cantora influenciou sua atuação de alguma forma?

SC: Eu acho que todas as minhas experiências me ajudam a pensar em um personagem. Como a música tem grande influência na minha vida, ela reflete na minha atuação. Quando eu penso em um personagem, eu penso em qual seria a trilha sonora para aquele personagem também. Uma mania minha (risos).

E: Para os fãs que estão ansiosos para ver o filme, há alguma mensagem que você gostaria de compartilhar com eles antes da estreia de Chama a Bebel?

SC: O filme está lindo e tem uma mensagem muito importante! Só não esqueçam que a malvada é a Rox, não a Sofia (risos).

Sofia Cordeiro em Chama a Bebel
Foto: reprodução/Instagram @edsonfilho202
E: Para concluir, Sofia, como foi emprestar sua doce voz a uma das músicas que compõe a trilha sonora do filme?

SC: Ter minha voz na trilha sonora do filme representa um marco significativo em minha carreira e um adicional de alegria e felicidade. Me sinto lisonjeada e não vejo a hora de todos assistirem Chama a Bebel!

Sinopse de Chama a Bebel

[Não recomendado para menores de dez anos]

Bebel (Giulia Benite) é uma jovem cadeirante que mora com sua mãe (Larissa Maciel) e o avô (José Rubens Chachá) nas margens de uma rodovia. Ela se muda para a cidade grande para poder estudar em uma nova escola, onde enfrenta muitos desafios ao tentar se adaptar, incluindo sua tia (Flávia Garrafa). Inspirada na ativista ambiental Greta Thunberg, Bebel se torna uma líder na escola e seus projetos acabam incomodando um empresário da cidade, que possui um negócio nada sustentável.

Via Adoro Cinema

Equipe: Bombou-Brasil

Fonte: Entretetizei

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